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Molécula brasileira devolve esperança a pacientes com lesão medular

A pesquisadora Tatiana Sampaio, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está à frente de uma descoberta que pode transformar o tratamento de lesões na medula espinhal. Ela desenvolveu a polilaminina, molécula criada a partir da placenta humana com potencial para reconstruir conexões nervosas e devolver movimentos a pacientes antes considerados sem possibilidade de reversão.
Os resultados preliminares são animadores: entre oito voluntários — paraplégicos e tetraplégicos — seis apresentaram recuperação de movimentos. Carioca e apaixonada por biologia desde a infância, Tatiana construiu toda a sua formação na UFRJ, onde concluiu mestrado e doutorado, além de realizar pesquisas nos Estados Unidos e na Alemanha. Tornou-se professora da universidade aos 27 anos e, hoje, aos 59, segue liderando estudos inovadores.
Além dos testes clínicos iniciais, a cientista também conduz pesquisas com cães para o tratamento de lesões crônicas, ampliando as possibilidades terapêuticas da molécula. A descoberta é vista como promissora pela comunidade científica e reforça o protagonismo da ciência brasileira na medicina regenerativa, reacendendo a esperança de milhares de pessoas que convivem com lesões medulares.
Fonte: Reprodução ND+
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